23 janeiro 2017

Datas Comemorativas




Eu amo dar presentes. 
E não preciso de data comemorativa para dar presente. As vezes saio para comprar algo para mim e vejo alguma coisa que me lembra alguém que gosto, se eu puder levo na hora. As pessoas costumam ficar surpresas. Talvez por não se julgarem merecedoras ou de que eu fosse capaz de lembrar delas.
Já passei muito tempo achando que datas comemorativas eram uma invenção do comercio para aumentar vendas. Pode até ser. Mas na vida corrida que costumamos levar, pode ser uma ótima oportunidade para nos concentrar em sentimentos honestos e alegrar o dia de alguém especial para nós. 

Dentre tantas datas comemorativas, uma jamais deve passar em branco: Aniversários. Seja de que for. Nascimento, namoro, casamento., etc. Essa data em particular deve ser comemorada.  Por que nos lembra quando algo especial começou.  E se continua especial, devemos celebrar. 
E não precisa de mega eventos, não! Aliás, suspeito muito de mega-eventos. Tudo o que precisamos é de boa vontade e um pouquinho de criatividade
Não precisa ser necessariamente um PRE-SEEEN-TE!!! Pode ser uma lembrancinha. Uma carta /cartão escrita com sinceridade. Algo feito com suas próprias mãos. Tendo habilidade ou não. Uma rosa se não puder comprar um buquê. Um momento a sós. Há tantas maneiras de celebrarmos momentos especiais com pessoas especiais.
O que não podemos nunca é dizer que não deu! Isso é muito cômodo e demostra desinteresse.
Sempre digo: Quando há vontade, há um caminho. 
Ano passado três amigas distantes me enviaram presentes. Pelo simples fato de que se lembraram de mim. Nem preciso dizer que fiquei super emocionada. Sem falar, que no meu aniversário, em plena era digital, recebi cartões. Isso definitivamente é o supra-sumo do carinho.
O importante é a pessoa sentir que o outro PAROU E PENSOU nela. 

17 janeiro 2017

PAIS & FILHOS

Quando os pais irão aprender que impor sua vontade aos filhos só faz com que eles ajam exatamente ao contrário?
Deveríamos criar os filhos para o mundo. Não para nos servir e obedecer cegamente. Por causa desse tipo de atitude, tive muitos problemas com minha mãe. Tudo era julgamento e as coisas eram sempre determinadas pelo ponto de vista mais negativo possível. Sem falar nas agressões físicas caso agisse por conta própria.
Não sou o tipo de mãe que aceita tudo assim, de pronto. Quero ouvir e dou minha opinião. Procuro mostrar os prós e os contras de determinada situação e os deixo tomar suas próprias decisões Mas também deixo bem claro, que quaisquer que sejam as escolhas, terão que arcar com as consequências. Até o fim.
Claro, que tem coisas que não deixo minha filha de 12 anos, por exemplo, fazer sozinha de jeito nenhum. Como visitar amigos, cujas famílias não conheço ou que não tenham boa índole. Ver programas de tv que julgo obsceno; não sair sozinha; pintar o cabelo de azul. Rosa pode.
Mas jamais vou proibir meu filhos de escutar determinada música, ou ler determinado livro. Até por que, dentro dos padrões em que foram criados, não posso esperar que gostem de coisas vulgares. Tá, eles até tem os seus momentos de "zuação" como chamam. Então, até por isso, levo no bom humor esses deslizes.
Mas vejo pais, impondo a seus filhos suas próprias opiniões e conceitos e até os chantageando emocionalmente, caso esses mesmos venham a manifestarem pensamentos e atitudes próprias.
Não vejo nada demais que meu filho de 19 anos vá a um show. Faça uma tatuagem. Ou que durma fora na casa de amigos. Não vou ficar criticando o tipo de gente que ele encontrará lá. Não fico julgando os amigos dele. Conheço a maioria. Inclusive, deixo que os receba em nossa casa. Adoro quando estão reunidos aqui. Quero que fiquem a vontade.
Lógico, menos quando estão falando alto e atrapalhando meu sono. 😊
Uma atitude autoritária por parte dos pais, fazem com que os filhos se afastem. Gera raiva e revolta.
Afinal, se os pais tem certeza da educação que deram, não tem por que temer que seus filhos só façam coisas ruins.
E a melhor coisa que podem fazer é elogiar sempre que possível, e os orientar sem gritos e imposições. Procurar conhecer suas vidas, seus gostos. Ouvi-los. Compartilhar momentos com atividades que agradem a todos. Tanto quando pais, devemos ser amigos de nossos filhos.
Pra começar, somos únicos como seres humanos. Vivemos em épocas diferentes. Por que proibir nosso filhos de viver. Nosso papel é orientá-los, guiá-los. Não prendê-los em gaiolas para que não se machuquem ou nos decepcione.

Se não deixarmos nosso filhos fazer nada. NADA lhes acontecerá. (Procurando Nemo)

15 janeiro 2017

Um Conselho De Stephen Hawking Para Quem Se Sente Deprimido E Desanimado Com A Vida

Stephen Hawking, mundialmente famoso por seus insights fantásticos sobre o universo, fez um comentário após uma palestra especialmente destinada a quem sofre de depressão. Após falar sobre buracos negros, ele comparou a depressão aos mesmos, apontando que não importa o quanto são escuros, não é impossível escapar deles.

“A mensagem desta palestra é que os buracos negros não são tão negros quanto parecem. Eles não são as prisões eternas que pensávamos. E se não existe um “horizonte de eventos”, não há buracos negros, se considerarmos que eles funcionam como locais dos quais a luz não pode escapar para o infinito.

As coisas conseguem escapar para fora de buracos negros e possivelmente para outro universo. Então, se você se sentir dentro de um buraco negro, não desista – há uma saída. Eu acho que as pessoas têm o direito de encerrar a própria vida, se quiserem. Mas eu acho que seria um grande erro. Não importa quanto a vida possa ser ruim, sempre existe algo que você pode fazer, e triunfar. Enquanto há vida, há esperança.

Eu não tenho muita coisa boa para dizer da minha doença, mas ela me ensinou a não ter pena de mim mesmo e a seguir em frente com o que eu ainda pudesse fazer. Estou mais feliz hoje do que quando era saudável. Tenho a sorte de trabalhar com Física teórica, uma das poucas áreas em que a minha deficiência não atrapalha muito.

Quando minha doença foi diagnosticada, nem eu nem meus médicos esperavam que eu viveria mais 45 anos. Acho que meu trabalho científico me ajudou a seguir adiante. Na primeira hora, eu fiquei deprimido. Mas a doença avançou mais devagar do que eu esperava. Comecei a aproveitar a vida sem olhar para trás. Minha doença raramente atrapalhou meu trabalho. Isso porque tive sorte de encontrar a Física teórica, uma profissão em que minha doença quase não atrapalha. Faço meu trabalho dentro da minha cabeça. Na maioria das profissões, teria sido muito difícil.



Medo de morrer eu não sinto, mas também não tenho pressa. Tem muita coisa que eu quero fazer antes. Todos nós vivemos com a perspectiva de morrer no fim. Comigo é exatamente igual, a diferença é que eu esperava a morte bem mais cedo. Mas ainda estou aqui”. Stephen Hawking

[Perante as doenças é preciso reavaliar nossos dias. Perante doenças físicas e a nossa saúde mental é necessário refletir: o que ela está buscando me ensinar? Paciência? Persistência? Humildade?

O tronco sofre os golpes do machado para que, derrubado, se torne nova utilidade. A montanha de granito padece a dinamitação, a fim de que se abram veredas para o progresso.

A árvore enfrenta a poda, de modo a exuberar de flores e frutos, na ocasião oportuna. Os grãos passam pela trituração e participam, com isso, da alegria da mesa farta. O bloco de pedra suporta a ação do buril e do cinzel para que liberte a obra de arte que o artista projeta. O violino resiste à distensão de suas cordas, de forma a permitir que o som harmonioso embalsame o ambiente com musicalidade].

Trecho da palestra que Stephen Hawking concedeu para 400 pessoas no Royal Institute em Londres. Sua filha fez questão de destacar o quanto o pai estava bem no lado emocional e intelectual. “Ele tem um desejo invejável de continuar e a capacidade de usar toda sua reserva, sua energia e foco mental em direção ao seu objetivo de prosseguir. Não só para sobreviver, mas transcender isso, produzindo um trabalho extraordinário – escrevendo livros, dando palestras, e inspirando outras pessoas com doenças neurodegenerativa e outras doenças incapacitantes”. (Fonte IFLScience – Adaptação Portal Raízes. Você pode ouvir a palestra no original BBC Radio 4)

APRENDENDO SEMPRE

"Aprendi que grandes amigos podem se tornar ferrenhos inimigos; Que o amor, sozinho, nao tem a forca que imaginei; Que ouvi aos outros é o melhor remedio e o pior veneno; Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal gastamos a vida inteira pra conhecer a nos mesmos; Que confianca nao é questao de luxo, e sim de sobrevivencia; Que os poucos amigos que te apoiam na queda, sao muito mais forte do que os que te empurram; Que o nunca mais, nunca se cumpre; Que o para sempre, sempre acaba; Que minha familia com mil diferencas, esta sempre aqui quando preciso; Que ainda nao inventaram nada melhor do que colo de mae desde que o mundo é mundo; Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo; Que vou cair e levantar milhoes de vezes... e ainda nao vou ter aprendido tudo!! É, a vida é assim!!! A verdade é que todo mundo vai te machucar, vc so tem que decidir por quem vale apena lutar...

SEGUIDORES

Related Posts with Thumbnails